Funcionamento

O Cidacs utiliza grandes volumes de dados para auxiliar na busca de soluções aos questionamentos científicos da área de saúde realizados pelas pesquisas desenvolvidas no centro. Cada estudo é desenvolvido de acordo com uma plataforma - que reúne dados, estudos e projetos científicos, de acordo com o tema.

Os dados utilizados são oriundos de diversas Bases de Dados governamentais cedidas para o centro e são processados com o auxílio do supercomputador Omolu, que possui arquitetura desenhada para processamento de big data, com 1 terabyte de memória, 96 núcleos de processamento e mais de 50 terabytes de armazenamento. O Omolu está albergado no centro de supercomputação do Senai-Cimatec, parceiro do Cidacs, e é acessado na “Sala Segura” – ambiente sem acesso à internet que segue os mais altos padrões de segurança, no qual não é permitido a entrada de dispositivos eletrônicos. O Cidacs visa o alinhamento com os preceitos de Conhecimento e Dados Abertos, assegurando a disponibilidade de dados sem abrir mão da privacidade, por meio de técnicas de anonimização e rígidos padrões de Segurança da Informação.

Um dos grandes diferenciais dos dados processados no Cidacs é o linkage, cruzamento entre diversas bases de dados, técnica da Ciência de Dados que, utilizada ao lado de outras como mineração de dados e aprendizado de máquinas, tem o potencial de produzir informação inédita no campo da saúde. O Cidacs ainda conta com a Curadoria Digital, estrutura que visa controlar e assegurar a qualidade dos dados, definir as regras de acesso, organização e gestão da política de crescimento da base de dados de informações processadas pelo centro.

O Cidacs está situado em uma área de aproximadamente 350 m² no Parque Tecnológico da Bahia e está aberto a visitas de segunda a sexta, das 9h às 16h, mediante agendamento.